Carmelita, enclausurada e doutora da Igreja

Por Hugo Langone

Queridos leitores,

A conexão é imediata: pensamos em Nossa Senhora do Carmo e recordamos o hábito dos carmelitas, sua espiritualidade e história, a mansidão de seus religiosos, o escapulário que ostentamos sobre o peito, entre muitos outros elementos que já se tornaram mais do que tradicionais no imaginário do Ocidente.

Não é de surpreender, portanto, que neste mês também acabemos por rememorar a figura de Santa Teresa de Ávila, cujo engenho, energia e perspicácia deixaram marcas não somente na ordem carmelita que ela reformou, mas também na história do pensamento, da arte e da espiritualidade ocidentais. Não fosse por Teresa – já imaginaram? –, quantas riquezas da vida interior nos teriam passado despercebidas?

Parece-me, portanto, muito conveniente recordar que há uns poucos meses tivemos a alegria de relançar uma nova edição da grande (e definitiva) biografia desta santa carmelita. Nossa Teresa de Ávila chegou da gráfica com um projeto renovado e um texto completamente revisto. De fato, quando recebemos os primeiros exemplares, ficamos boquiabertos com a beleza do que tínhamos em mãos. E essa beleza, obviamente, não se resume ao produto físico: as palavras e o conteúdo expressos por Marcelle Auclair são de uma graciosidade incomparável; têm mesmo a capacidade de imprimir-se no coração, de modo a que ecoem dia após dia, como um grande tesouro espiritual.

Tudo o que eu dissesse sobre essa biografia não bastaria para fazer jus à sua qualidade. Por isso, acho que vocês deveriam conferir com os próprios olhos. Que tal?

Um abraço.

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