Por que contemplar a beleza?

Por Hugo Langone

Queridos leitores,

Em tempos em que o ritmo do trabalho mostra-se desordenado, o trabalho teria sentido como finalidade em si? E, nessas circunstâncias, para que serviriam as belas artes, uma vez que carecem de todo o caráter utilitário que a sociedade de hoje valoriza? Por outro lado, é possível alcançar a plenitude de nossa humanidade sem a capacidade de parar e contemplar a beleza?

Quem levanta e responde a essas perguntas não é qualquer um, mas Josef Pieper, um dos maiores filósofos do século XX. E, bebendo do que houve de melhor na tradição intelectual do Ocidente, ele nos abre perspectivas que podemos implementar em nosso próprio raio de ação, sem depender de terceiros, de instituições ou de governos.

Caros, se vocês amam a beleza, se desejam fomentar um espírito contemplativo e se procuram encontrar sendas mais saudáveis em meio às loucuras do mundo de hoje, este livro é fundamental. E, convenhamos: apenas seu belíssimo título – Só quem ama canta – já bastaria para suscitar nosso interesse, não é?

Um abraço.

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