Cartas a um Jovem Católico

Estas cartas foram escritas para católicos jovens e não tão jovens – e na verdade para todas as almas, seja qual for a confissão religiosa a que pertençam, interessadas em questões religiosas -, que se perguntam o que significa ser católico nos nossos dias, neste começo do século XXI e do Terceiro Milênio.

O tema pode ser explorado de diversas maneiras. Poderíamos percorrer o Catecismo da Igreja Católica, repassando os aspectos fundamentais da doutrina cristã e pensando nos inúmeros desafios que implica viver hoje como católico. Ou considerar a vida dos santos, antigos e modernos, e ver que a sua experiência nos oferece o título de exemplo e inspiração. Ou também refletir sobre os sacramentos da Igreja para saber o que significa estar batizado, participar da Missa e receber o corpo e o sangue de Cristo no sacramento da Penitência. Ou ainda, examinar o significado da oração nas suas múltiplas formas, estilos e métodos.

Quanto mais penso nisto, mais me convenço de que, para mim, a melhor maneira de explorar o significado do catolicismo é percorrer de maneira epistolar o mundo católico ou, ao menos, as regiões do mundo católico que deram forma à minha  compreensão pessoal da Igreja, da sua gente, dos seus ensinamentos e do seu modo de vida. O catolicismo é uma realidade fortemente sensorial, que tem haver tanto com olhar, ouvir, tocar, saborear, e cheirar, quanto com textos, argumentos e ideias. Tenho a esperança de que visitar algumas das partes mais interessantes do mundo católico dê alguma experiência do mistério da Igreja, coisa que é crucial para poder compreendê-lo.

Ao falar do “mistério da Igreja”, não me refiro a documentos há longo tempo arquivados nos Arquivos Secretos do Vaticano…, mas a dimensões da experiência católica a que só temos acesso por meio da intuição, de empatia e de discernimento, a experiências que nunca conseguiremos captar plenamente de uma maneira discursiva.

George Weigel

O livro “Cartas a um jovem católico” está disponível em: https://goo.gl/zxLjyL

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