A autoestima pode ser humilde?

Queridos leitores,

Quantas vezes vocês já escutaram que não importa o que os outros pensam, que você se basta, que não depende de ninguém e deve ter a si próprio em altíssima conta? E quantas vezes, por outro lado, ouviram também, da boca dessas mesmas pessoas, dissertações e mais dissertações sobre o valor da humildade, em geral tratada como uma espécie de vitimismo, de pusilanimidade, de apequenamento?

Essa é mesmo uma curiosa situação de nossos tempos. No entanto, conseguir esclarecer precisamente no que consiste a boa autoestima, de modo a que reconheçamos nossa própria dignidade, não afetemos uma humildade falsa e evitemos os complexos de inferioridade ou superioridade que acometem grande parte das almas, não é tarefa fácil.

Em Amor e autoestima, de Michel Esparza, o que mais me impacta são as lições sobre os problemas da soberba invertida e do orgulho, como também me enche a memória os parágrafos sobre a progressão do amor e da confiança. Unindo o que há de melhor na tradição espiritual do Ocidente ao que a psicologia contemporânea produziu de mais sensato, elas me deram a chave para tomar consciência da dignidade pessoal de cada homem e cada mulher, sem, no entanto, fomentar essa espécie de «umbiguismo» que turva o juízo que fazemos de nós mesmos. (E essa chave, já adianto, é a existência de Alguém que nos ama invariavelmente, desde o seio da eternidade.)

“Essa questão é decisiva, pois nada nos proporciona tanta felicidade quanto o amor de alta qualidade.” 

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Um abraço!

 

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