Assunta ao Céu!

Queridos leitores,

Passamos dias de alegria e dias de esperança. De alegria, em primeiro lugar, porque olhamos para o alto e vemos a Mãe de Deus, Mãe também nossa, sendo elevada aos céus, indo para junto do Filho a que dedicara toda a sua vida, todo o seu coração. «A Trindade Beatíssima», reflete São Josemaria, «recebe e cumula de honras a Filha, Mãe e Esposa de Deus… – E é tanta a majestade da Senhora, que os Anjos perguntam: — Quem é esta?» (Santo Rosário, n. 14). E, ao lado dos anjos, colocamo-nos também nós, jubilosos, sorrindo como filhos carinhosos ao pensar nos bons acontecimentos da vida da Mãe.
Por outro lado, um dia de esperança: contemplar a Virgem assunta em corpo e alma aos céus nos enche de otimismo, da certeza de que existe um lugar ao lado dela reservado a cada um de nós. E não só: há esta Mãe generosa, bem-aventurada, ajudando-nos de onde está para que cheguemos um dia a estar com Ela. Se a Virgem, onipotência suplicante, intercede por nós diante da Trindade, poderemos temer os desafios de nossos dias? Se a Virgem deseja um dia receber-nos com um sorriso maternal no rosto, poderá haver lugar para desânimo?
Queridos amigos, passemos pela assunção de Maria com o coração em festa, e também tirando bons propósitos de nos aprofundarmos ainda mais na vida dela. E, se por acaso esta «pedagogia mariana» nos parecer difícil, teremos sempre bons auxílios à disposição. Um deles, é claro, é o incrível A Virgem Nossa Senhora, clássico de Federico Suárez que reeditamos há poucas semanas. À época, pude dizer que se trata de um livro que me marcou muito quando o li pela primeira vez, tantos anos atrás. E até hoje é esta a primeira obra de que me lembro quando penso em indicar algo sobre a Virgem aos amigos – e nunca houve ninguém que me desmentisse!

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